Vozes que não se calam: Marnízia Cruz, a escola que transformou silêncio em consciência!
![]() |
| Escola Marnízia Cruz - NUCA - Sub Núcleo Triunfo |
No último sábado, 28 de agosto, a
Escola Marnízia Cruz deixou de ser apenas um espaço de ensino para se tornar
palco de escuta, expressão e coragem. Em cada canto, ecoava mais que apresentações:
havia histórias, sentimentos e, sobretudo, um chamado coletivo contra uma das
mais duras realidades ainda presentes na sociedade — a violência contra a
mulher.
A iniciativa, articulada pela
Secretaria Municipal de Educação em alusão ao Dia Internacional da Mulher,
ganhou forma e alma através de um projeto que uniu arte, reflexão e
participação ativa dos estudantes. Não foi apenas um evento. Foi um
posicionamento.
Entre poesias declamadas com a voz
embargada, encenações carregadas de simbolismo e olhares atentos que
denunciavam a urgência do tema, a escola se iluminou. Luzes não apenas físicas,
mas aquelas que revelam, que tiram da sombra aquilo que precisa ser enfrentado.
E, nesse cenário de construção
coletiva, um destaque especial: a presença marcante do NUCA – Sub Núcleo Vila
Triunfo. Ao todo, 62 (sessenta e dois) integrantes participaram ativamente,
muitos deles também alunos da própria escola, reforçando o elo entre educação,
juventude e transformação social. Não estavam ali apenas como convidados — eram
protagonistas de uma nova narrativa, onde jovens não se calam, se posicionam.
A mobilizadora e gestora da escola,
Roberta Gomes, conduziu um dos momentos mais simbólicos da programação: a
entrega de premiações aos vencedores dos concursos de melhor fotografia, melhor
texto e melhor desenho. As produções fizeram parte do “Artevismo Pela Terra”,
ação que também dialoga com o Dia Mundial da Água — outro tema urgente, outra
luta que pede consciência.
Ali, naquele gesto simples de
premiar, havia algo maior sendo celebrado: o poder da arte como ferramenta de
mudança.
A união entre a Escola Marnízia
Cruz, o NUCA e as secretarias municipais mostrou que, quando educação e
sensibilidade caminham juntas, é possível plantar sementes profundas. Sementes
de respeito, de empatia, de justiça.
Porque combater a violência contra a
mulher não é apenas denunciar — é educar, é dialogar, é envolver.
E naquele sábado, em Marechal Thaumaturgo, fez-se mais do que um encerramento de projeto. Fez-se um recomeço.
✍️ Por: Cleudon
França.
📸 Fotos: Roberta Gomes.





.jpeg)
.jpeg)

.jpeg)
.jpeg)
.jpeg)

.jpeg)
.jpeg)

.jpeg)


.jpeg)
Comentários
Postar um comentário