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| Presentes a referida reunião |
Na manhã de uma quarta-feira que
carregava mais do que horas — carregava propósito —, o coração institucional de
Marechal Thaumaturgo pulsou mais forte. Era 15 de abril, e nas dependências do
Legislativo Municipal, não se reuniam apenas órgãos. Reunia-se uma rede.
Reunia-se um compromisso coletivo com o futuro.
O Conselho Municipal dos Direitos da
Criança e do Adolescente (CMDCA/MTH) convocou, e a cidade respondeu.
Vieram conselheiros, gestores, técnicos,
educadores, agentes da saúde, da assistência social, representantes da
Coordenadoria da Mulher, do CRAS, do SCFV, líderes religiosos, forças de
segurança, sociedade civil e vereadores. Vieram, sobretudo, pessoas que
carregam nos ombros a missão silenciosa e diária de proteger, orientar e
cuidar.
E ali, entre falas, escutas e
olhares atentos, algo maior se desenhava: o fortalecimento de uma rede que não
se vê apenas nas estruturas — mas nas conexões humanas que sustentam direitos.
Foi um encontro de alinhamento, mas
também de consciência. Cada órgão, cada voz, cada responsabilidade sendo
reafirmada como parte de um sistema que não pode falhar — porque quando falha,
quem sente é a infância.
Planos foram apresentados como
sementes de um amanhã mais justo. O Plano Municipal da Primeira Infância
(PMPI/MTH) surgiu como um mapa sensível do cuidar desde o início da vida. O
Plano Operacional de Saúde do Adolescente trouxe o olhar atento para essa fase
de transição, onde sonhos e vulnerabilidades caminham lado a lado.
E no meio de tudo isso, um sinal de
esperança ganhou forma: o processo de criação do Comitê de Participação de
Adolescentes (CPA). Porque ouvir adolescentes não é apenas incluir — é
reconhecer que eles também constroem caminhos.
O Programa Selo UNICEF, com suas
ações previstas para 2026, apareceu como bússola, apontando direções, metas e
compromissos. Mas, acima de tudo, reforçando que política pública de verdade se
faz com presença, com escuta e com ação.
Não foi apenas uma reunião. Foi a
reafirmação de que Marechal Thaumaturgo acredita na infância como prioridade,
na adolescência como potência e na união como ferramenta de transformação.
Porque quando a rede se fortalece,
não é apenas a gestão que avança — é a esperança que encontra abrigo.
E ali, naquela manhã, entre
documentos e diálogos, o que se viu foi isso:
uma cidade inteira decidindo, mais uma vez, cuidar de quem ainda está
aprendendo a sonhar.
✍️ Por: Cleudon
França.
📸 Fotos: Sávio
Batista, Elizandro Julião e Marciane Gomes.

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