segunda-feira, 1 de junho de 2026

Programa Educação Ambiental da SEMATUR chega às escolas do Baixo Juruá.

“Levar informação para gerar consciência; gerar consciência para educar.”

Apresentação Temática Ambiental - Escola Marnízia Cruz

Pelos rios que desenham caminhos, contam histórias e sustentam vidas, a educação também navega. Não chega apenas em livros ou discursos — chega em palavras compartilhadas, em olhares atentos, em perguntas curiosas e no despertar silencioso de uma consciência que aprende a amar aquilo que a protege: a natureza.

Na última semana, o Programa Educação Ambiental nas Escolas da Rede Municipal de Ensino de Marechal Thaumaturgo, desenvolvido pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo – SEMATUR, lançou suas sementes de conhecimento nas águas do Baixo Juruá, alcançando as escolas polo Escola Praxedes Brandão, Escola José do Patrocínio e Escola Marnízia Cruz.

Ali, entre comunidades banhadas pelo rio, estudantes, professores e equipes escolares abriram espaço para algo maior do que uma palestra: um encontro entre conhecimento e pertencimento. Porque falar de meio ambiente em Marechal Thaumaturgo é falar do rio que conduz, da mata que abriga, da terra que alimenta e da vida que pulsa em cada comunidade.

A iniciativa integra o plano de ação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo, fortalecendo um compromisso que vai além das agendas institucionais: formar cidadãos conscientes, capazes de compreender que cuidar do meio ambiente é cuidar da própria existência.

O propósito é simples, profundo e necessário: levar informação para gerar consciência, gerar consciência para educar — educar para o descarte correto dos resíduos, para a proteção das águas, para o respeito às matas e para o entendimento de que a floresta não é apenas paisagem, mas herança, sustento e identidade.

E a missão segue avançando. O programa já alcançou oito escolas polo do município, percorrendo os rios Tejo, Bajé e agora o Baixo Juruá, levando informação a uma estimativa de mil estudantes. Mil sementes lançadas ao solo fértil da esperança. Mil oportunidades de transformar conhecimento em atitude.

Porque educar ambientalmente é ensinar que nossa primeira casa não tem paredes: ela corre nos rios, respira nas florestas, floresce nos quintais e vive no coração de um povo amazônico que aprende, dia após dia, que proteger a natureza é também proteger o futuro.






















✍️ Por: Cleudon França.

📸 Fotos: Cleudon França, Sávio Silva, Jardenilson Vieira e Francisco Oliveira.

domingo, 24 de maio de 2026

Entre rios, saberes e esperança: Educação ambiental percorre escolas rurais e semeia consciência nas margens do Bajé e do Tejo.

Ação da Escola Raimundo Ferreira - Comunidade Nova Vida

Há caminhos que não se fazem sobre o asfalto, mas sobre as águas. Em Marechal Thaumaturgo, o conhecimento também navega pelos rios, corta igarapés, enfrenta distâncias e encontra abrigo onde pulsa a esperança de um futuro mais consciente. Foi assim que, na última semana, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo – SEMATUR levou ações do Programa Municipal de Educação Ambiental às comunidades do Rio Bajé e Rio Tejo, fortalecendo o compromisso de educar para preservar.

Nas salas simples, mas carregadas de sonhos, da Escola Josefa Lopes da Cunha, na Comunidade Cocal, às margens do Rio Bajé, e da Escola Raimundo Ferreira, na Comunidade Nova Vida, no Rio Tejo, colaboradores da SEMATUR compartilharam mais do que palestras: levaram sementes de consciência, cuidado e pertencimento.

Ali, entre olhares curiosos de crianças e adolescentes, histórias da floresta, das águas e da vida ganharam voz. Porque educar ambientalmente, naquele chão amazônico, é ensinar que os rios não são apenas estradas líquidas — são memória, alimento, sustento e identidade. É recordar que a floresta fala, que os igarapés respiram e que cuidar do lugar onde se vive é, antes de tudo, cuidar de si mesmo.

As ações integram o Plano Anual de Atividades da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo, executadas por meio do Programa Municipal de Educação Ambiental, iniciativa que vem se consolidando como uma ponte entre educação, cidadania e preservação ambiental.

O programa, iniciado neste mês, já percorreu importantes escolas polo da rede municipal no Rio Tejo, levando conhecimento e reflexão à Escola Zilda Vasconcelos, na Vila Restauração; à Escola Poleta Ferreira da Costa, na Comunidade Prainha; e à Escola João Praxedes, na Comunidade Novo Horizonte. Em cada parada, um mesmo propósito: formar gerações capazes de compreender que proteger o meio ambiente não é uma obrigação distante, mas um compromisso diário com a própria existência.

As atividades desenvolvidas unem aprendizado e sensibilidade. Palestras educativas e informativas, vídeos reflexivos, documentários, dinâmicas interativas e rodas de conversa transformam a educação ambiental em uma experiência viva, acessível e próxima da realidade das comunidades. Não se trata apenas de ensinar conceitos, mas de despertar afetos — fazer nascer o entendimento de que rios limpos, matas preservadas e comunidades conscientes significam futuro.

E a jornada continua.

Na semana que se inicia, o programa seguirá descendo e subindo os caminhos do Baixo Juruá, chegando às escolas Praxedes Brandão, na Vila Oriente; José do Patrocínio, na Comunidade Porongaba; e Marnízia Cruz, na Vila Triunfo — local que também sediará a abertura oficial da Semana/Mês do Meio Ambiente.

Mais do que uma agenda institucional, o que se desenha é uma travessia de esperança. Um movimento silencioso, porém, poderoso, onde o conhecimento percorre rios para ensinar que preservar é um ato coletivo e urgente.

Porque, em Marechal Thaumaturgo, educar para o meio ambiente é também ensinar amor pela terra, respeito pelas águas e compromisso com o amanhã. Afinal, quem aprende a cuidar da floresta aprende, inevitavelmente, a cuidar da vida.














✍️ Por: Cleudon França.

📸 Fotos: Arquivo Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo.

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Plantando saberes, colhendo oportunidades: Vila Restauração e Novo Horizonte recebem qualificação técnica profissional em bioeconomia.

Aulas Inaugurais na Vila Resturação e Comunidade Novo Horizonte

Entre rios que desenham caminhos antigos e florestas que guardam saberes de gerações, Marechal Thaumaturgo vive um novo tempo de esperança plantada com as próprias mãos. Nas comunidades de Vila Restauração e Novo Horizonte, a educação voltou a florescer como semente boa lançada em terra fértil, anunciando um futuro construído pela força do conhecimento e pelo respeito à natureza.

A Prefeitura Municipal de Marechal Thaumaturgo, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo, realizou as aulas inaugurais dos cursos técnicos em bioeconomia nas áreas de Qualificação Profissional em Fruticultor e Horticultor, levando oportunidade, capacitação e dignidade às comunidades rurais do município.

Na Vila Restauração, maior comunidade rural de Marechal Thaumaturgo, a Escola Zilda Vasconcelos recebeu, na última quarta-feira (20), vinte alunos dispostos a aprender mais sobre o cultivo sustentável, manejo da terra e produção consciente. Serão 200 horas de formação técnica, onde cada aula representa mais que aprendizado: representa autonomia, geração de renda e fortalecimento da agricultura familiar.

Já na comunidade Novo Horizonte, a Escola João Praxedes abriu suas portas na quinta-feira (21) para acolher mais uma turma de vinte alunos. O curso, com carga horária de 160 horas, chega como ferramenta de transformação social, incentivando a produção sustentável e despertando novas perspectivas para homens e mulheres que vivem da terra e dela retiram o sustento de suas famílias.

Os cursos são ofertados pelo Governo do Estado do Acre, por meio do Instituto Estadual de Educação e Tecnologia (IEPETC), junto ao CEFLORA, em parceria com a Prefeitura Municipal de Marechal Thaumaturgo, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo.

As aulas inaugurais foram conduzidas pelo secretário municipal de Meio Ambiente e Turismo, Cleudon França, que também atuou como articulador da parceria responsável por trazer os cursos ao município. Ao lado do secretário administrativo Savio Batista e dos mediadores Silvia Mendes e Ueverton Vieira, o momento simbolizou mais que o início de uma formação técnica: simbolizou o encontro entre conhecimento, comunidade e esperança.

Em tempos em que o mundo discute sustentabilidade, Marechal Thaumaturgo transforma discurso em ação. Enquanto muitos falam sobre bioeconomia em grandes centros e auditórios, nas comunidades rurais do município ela nasce no cheiro da terra molhada, no cuidado com os plantios, na vontade de aprender e no sonho simples de viver melhor sem abandonar as raízes.

Hoje, o município já conta com seis cursos técnicos em bioeconomia, distribuídos entre zona rural e urbana, abrangendo áreas como Fruticultor, Horticultor, Guia de Informações Turísticas, Agente de Gestão de Resíduos Sólidos e Agente de Desenvolvimento Sócio Ambiental.

E assim, entre cadernos, sementes e sonhos, Marechal Thaumaturgo vai escrevendo sua própria história de desenvolvimento sustentável — uma história onde a floresta não é obstáculo, mas caminho; onde o conhecimento não chega impondo, mas dialogando; e onde cada aluno se torna também guardião do futuro da Amazônia.



















✍️ Por: Cleudon França.

📸 Fotos: Sávio Batista & Cleudon França.

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Entre Sonhos e Saberes: Marechal Thaumaturgo Realiza Aula Inaugural dos Primeiros Cursos Técnicos em Bioeconomia do Município.

Aula Inaugural dos Primeiros Cursos Técnicos em Bioeconomia de Marechal Thaumaturgo

Na noite em que a floresta pareceu sussurrar esperanças ao futuro, Marechal Thaumaturgo escreveu um capítulo inédito de sua própria história. Sob o teto do Centro do Idoso – Adalberto Etelvino Fernandes, nesta segunda-feira, 18 de maio, homens e mulheres, jovens e adultos, sentaram-se lado a lado movidos por um mesmo sonho: aprender para transformar, conhecer para cuidar e qualificar-se para construir um amanhã mais sustentável.

Foi ali, entre olhares atentos e expectativas silenciosamente pulsando, que o município realizou a aula inaugural dos primeiros cursos técnicos em bioeconomia de sua história — um passo simbólico e concreto rumo a um desenvolvimento que nasce da própria Amazônia, respeita seus ciclos e valoriza os saberes de quem vive às margens dos rios, sob a sombra generosa da floresta e no coração pulsante do Juruá.

A solenidade reuniu estudantes dos cursos, autoridades municipais, mediadores e representantes institucionais, marcando um momento de celebração do conhecimento como ferramenta de emancipação social e econômica. Entre os presentes, o coordenador do Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica no município, Arlem Lima, acompanhado dos secretários municipais Cleudon França, titular da pasta de Meio Ambiente e Turismo, e Nagiênia Bezerra, secretária de Administração, além dos mediadores responsáveis por conduzir a jornada formativa dos estudantes.

Os cursos são ofertados pelo Governo do Estado do Acre, por meio do Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica – IEPTEC, através da escola Centro de Formação e Tecnologias da Floresta – CEFLORA, somando esforços (em parceria) com a Prefeitura Municipal de Marechal Thaumaturgo, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo. Uma união de mãos, instituições e propósitos que traduz, em ação concreta, o entendimento de que investir em educação profissional é semear oportunidades onde antes muitos enxergavam apenas distância.

A bioeconomia, palavra que parece técnica aos olhos apressados, ganha em Marechal Thaumaturgo um significado profundamente humano: transformar riquezas naturais em desenvolvimento sustentável, gerar renda sem ferir a floresta, valorizar o turismo de base comunitária, fortalecer práticas ambientais responsáveis e ensinar que o lixo também pode ser ressignificado como oportunidade.

Nesta primeira etapa, o município passa a contar com três cursos técnicos em bioeconomia: Agente de Desenvolvimento Socioambiental, com carga horária de 160 horas; Agente de Informações Turísticas, com 200 horas; e Agente de Gestão de Resíduos Sólidos, totalizando 240 horas de formação. Com duração estimada entre três e quatro meses, as aulas serão realizadas nos turnos matutino e vespertino, levando conhecimento técnico para quem deseja aprender a cuidar do território enquanto constrói novas perspectivas de vida.

E talvez, entre uma explicação sobre sustentabilidade, um debate sobre turismo ou uma aula sobre resíduos sólidos, esteja nascendo algo maior do que uma certificação. Talvez esteja sendo cultivada uma nova geração de agentes do desenvolvimento local — pessoas capazes de olhar para os rios não apenas como caminhos, mas como patrimônio; para a floresta não apenas como paisagem, mas como herança; e para Marechal Thaumaturgo não apenas como lugar de origem, mas como território de possibilidades.

Porque quando uma cidade decide educar para proteger, qualificar para incluir e ensinar para transformar, ela não inaugura apenas cursos. Ela inaugura esperanças.

 













✍️ Por: Cleudon França.

📸 Fotos: Ariel Vales e Sávio Batista.

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“O Tempo Nos Trouxe o Progresso: O Saudoso Seringal Minas Gerais é Agora, a Bela Cidade de Marechal Thaumaturgo”!   Marechal Thaumatur...