“Levar informação para gerar consciência; gerar consciência para educar.”
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| Apresentação Temática Ambiental - Escola Marnízia Cruz |
Pelos rios que desenham caminhos,
contam histórias e sustentam vidas, a educação também navega. Não chega apenas
em livros ou discursos — chega em palavras compartilhadas, em olhares atentos,
em perguntas curiosas e no despertar silencioso de uma consciência que aprende
a amar aquilo que a protege: a natureza.
Na última semana, o Programa
Educação Ambiental nas Escolas da Rede Municipal de Ensino de Marechal
Thaumaturgo, desenvolvido pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria
Municipal de Meio Ambiente e Turismo – SEMATUR, lançou suas sementes de
conhecimento nas águas do Baixo Juruá, alcançando as escolas polo Escola
Praxedes Brandão, Escola José do Patrocínio e Escola Marnízia Cruz.
Ali, entre comunidades banhadas pelo
rio, estudantes, professores e equipes escolares abriram espaço para algo maior
do que uma palestra: um encontro entre conhecimento e pertencimento. Porque
falar de meio ambiente em Marechal Thaumaturgo é falar do rio que conduz, da
mata que abriga, da terra que alimenta e da vida que pulsa em cada comunidade.
A iniciativa integra o plano de ação
da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo, fortalecendo um compromisso
que vai além das agendas institucionais: formar cidadãos conscientes, capazes
de compreender que cuidar do meio ambiente é cuidar da própria existência.
O propósito é simples, profundo e
necessário: levar
informação para gerar consciência, gerar consciência para educar
— educar para o descarte correto dos resíduos, para a proteção das águas, para
o respeito às matas e para o entendimento de que a floresta não é apenas
paisagem, mas herança, sustento e identidade.
E a missão segue avançando. O
programa já alcançou oito escolas polo do município, percorrendo os rios Tejo,
Bajé e agora o Baixo Juruá, levando informação a uma estimativa de mil estudantes.
Mil sementes lançadas ao solo fértil da esperança. Mil oportunidades de
transformar conhecimento em atitude.
Porque educar ambientalmente é ensinar que nossa primeira casa não tem paredes: ela corre nos rios, respira nas florestas, floresce nos quintais e vive no coração de um povo amazônico que aprende, dia após dia, que proteger a natureza é também proteger o futuro.
✍️ Por: Cleudon
França.
📸 Fotos: Cleudon
França, Sávio Silva, Jardenilson Vieira e Francisco Oliveira.




















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